O que andaste a fazer Björk?
Quando o nome Björk vem à baila pensamos quase sempre: "vem aí coisa boa".
O seu mais recente sobressalto une-se aos Dirty Projectors. Há por aí blogues que já circularam a notícia mais cedo mas como ando tão desatenta não a li antes.
Tudo começou em Abril de 2009 com os convites de Brandon Stosuy a David Longstreth, (mentor dos Dirty Projectors) e a Bjõrk para uma colaboração num concerto de beneficência apresentado numa livraria em Nova Iorque. David ficou de escrever uns temas e depois de os enviar a Björk. Nesse mesmo mês Amber Coffman (guitarrista e vocalista de DP) estava a caminhar no monte Wittenberg, norte de São Francisco, e impressionou-se ao avistar uma família de baleias, que sem saberem tornaram-se protagonistas do álbum Mount Wittenberg Orca. Já saiu e quero tê-lo.
Metemos o olho nestes vídeos realizados por Matthew Lessner e cai-nos logo a sensação de culpa se não adquirirmos o álbum. Todo os donativos cujo limite mínimo é de 7 dólares revertem para o projecto National Geography Society Oceans.
Metemos o olho nestes vídeos realizados por Matthew Lessner e cai-nos logo a sensação de culpa se não adquirirmos o álbum. Todo os donativos cujo limite mínimo é de 7 dólares revertem para o projecto National Geography Society Oceans.
Outras curiosidades não tão recentes das andanças de Bjõrk:
Ultimamente vi uns vídeos da BBC de 1997 onde Bjõrk entrevista o compositor estónio Arvo Pärt. Vemos uma Björk interessada em compreender a maneira como Arvo vê a música que compõe. Nas suas palavras a música que cria divide-se entre o lado espiritual e o humano, transformado em duas vozes que registam o pecado e o perdão.



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