segunda-feira, dezembro 25, 2006

Um rasto de Natal . . .

sexta-feira, dezembro 22, 2006

agenda:

chuvas de mudança


Há nomes que não vale a pena dar, rotulos que se escusam, semelhanças que não têm qualquer importância.

ESCUTAR . . .

Não vos dou qualquer pista, nem mesmo aquelas de que me lembro ao ouvir,
mas mesmo só porque não interessa

Oblique Rain, é o nome a fixar.
Sem dúvida um dos projectos nacionais acima da média, arrisco a dizer, uma das bandas que mais me conseguiu chamar à atenção nos últimos tempos.

Pouco conhecemos do trabalho deles, a não ser as músicas que estão disponíveis no myspace.
Aguardo ansiosamente por notícias.
Entretanto, não deixem de visitar:

http://www.myspace.com/obliquerain



Estão abertas as inscrições para o 12º Festival de Música Moderna de Corroios.
As bandas interessadas têm até dia 2 de Fevereiro de 2007 para contactarem os responsáveis do evento.

Vão ser escolhidos 10 projectos que serão divididos por 5 sessões com apresentações ao vivo.

A organização promete novidades na edição deste ano.

Todos os interessados devem consultar o regulamento aqui.





processo de renuncia . . .



Doom metal que se entranha na alma dos mais sôfregos. Depressivo quanto baste, e intenso como um álbum deste género deve ser. "Renouce" é a primeira longa duração dos Process of Guilt Foi masterizado nos Cutting Room Studios na Suécia com o conhecido Thomas Eberger que já gravou bandas como, Opeth, Katatonia, Daylight Dies, Madrugada, entre outros.
Estivesse este quarteto de Évora num país mais a norte e toda a atenção lhes seria dada.
Confirmem a qualidade deste grupo ouvindo a música Becoming Light, um convite para comprar o álbum que em Portugal será distribuído pela Recital.

Process of Guilt-"renouce"


TRACKLIST
01 - Motionless
02 - Becoming Light
03 - Fragments
04 - Window
05 - Falling
06 - Crawl
07 - Burden


sábado, dezembro 09, 2006

DeLeos encontram um sítio melhor com Patrick



Da junção entre os irmãos DeLeo ( Stone Temple Pilots) com o vocalista Richard Patrick (Filter), nasce uma nova banda, Army of Anyone. A eles juntou-se o baterista de estúdio, Ray Luzier, e gravaram "A Better Place". O primeiro encontro acontece quando Patrick convida os dois irmãos a o ajudarem a compor uma música para a sua banda de origem. Foi o primeiro passo para Army of Anyone. Para quem aguarda por um novo álbum de Stone Temple Pilots, não deposite esperanças neste “A Better Place”, pois os DeLeos mostram que a sua criatividade não se resumia ao que fizeram com Scott Weiland. Esperemos agora para ver se este lançamento não passa apenas de um novo projecto de caras conhecidas que morre à nascença, ou se é o inicio de um novo fôlego para estes músicos que encaixam na perfeição.

sexta-feira, novembro 17, 2006

HC

Dentro do meu imaginário há momentos que por uma razão ou outra ficaram guardados. Dias, locais, experiências, que identifico e recordo através de um cheiro ou uma cor, ou de uma sensação que me liga a esse resto que ficou.

Não há muito tempo, ou então o tempo passa sem que o pareça, lembro-me de sentir as pernas a tremer, por ansiar o concerto que ia ver mais logo. Iam tocar os Morbid Angel ao Hard Club.

Cumpri o ritual do costume, vesti-me a rigor, comi o que consegui (pois o formigueiro não deixava que passasse mais comida), e berrei com o meu irmão que não se despachava. Afinal, faltavam já “só” 2 horas para começar o concerto!

Fomos esperar os que connosco também iam, juntamos a tropa e lá marchamos até “aquele sítio”. Atravessamos a ponte, galgamos a marginal do outro lado do rio e paramos na mancha negra que aguardava que as portas se abrissem. Todos estavam lá para o mesmo, “naquele sítio” virado para o Porto e de costas para o mundo . . . dos outros.

As mãos já suavam e o coração batia um pouco mais aos trambolhões. Aquelas caras que só apareciam naqueles dias (noites) estavam lá todas, passavam e olhavam com uma expressão que não era de todo estranha.

A atmosfera era intensa e o propósito era quase de peregrinação.

As portas abriam-se, a passo de corrida aproximava-me do melhor sítio.

“Aquele sítio” era frio e cheirava a granito. As pessoas iam enchendo o espaço, o ar aquecia, os nervos aumentavam e entrava a primeira banda. Ainda me lembro, eram os Entwined, depois foram os Vader e para acabar aqueles que todos esperavam, os Morbid Angel.

Foram horas preenchidas por um ambiente de cumplicidade muda e de um espectáculo que ia para além do palco e se alastrava a toda sala. Aquela magnífica sala que se poderia chamar de casa para muitos e de muitas bandas.

Ficou-me na memória este e muitos concertos que eram vividos quase desde a hora de acordar até ao último acorde. Tantos e bons concertos que se fizeram num espaço que é indispensável no Porto e em Portugal. Como qualquer morte prematura, esta vai-se fazer sentir. Há sítios que marcam um estado de espírito e uma maneira de ser. Todas estas memórias estão ligadas a concertos que têm como cenário a mais carismática sala underground, que sempre fez o favor de nos fazer sentir noutro sitio bem longe do despertar da rotina dos tolos.

Hard Club vai ser a maior perda e um retrocesso para os que escolhem outra maneira de sentir, ver e ouvir música . . .

segunda-feira, novembro 06, 2006



Uma chuva miudinha esperava com os ouvintes que guardam em suas casas um dos mais secretos tesouros dentro do quarto (a discografia completa dos tool), as camionetas que os iam levar para o fantástico concerto de sempre.
Correu bem a viagem, depois de terem recordado mais uma vez alguns álbuns que fazem parte da existência desta banda.
Foi sem dúvida um momento para saborear.
A música no coração merece muito bem uma reclamação bem escrita e quem sabe, uma devolução moral ou material, do tempo de espera em mais de 10 filas para o concerto de que todos estavam à espera. Num pequeno papel A4 dizia "É proibido levar camEras e não se pode fazer crowd surfing.", são estas as preocupações da segurança dos nossos eventos- - não se poder levar uma garrafa de água com tampa, quando lá dentro vendem sem sequer tirá-las e não se poder levar camEras tendo mais de 3000 pessoas no pavilhão com telemóveis de última geração. Mais de metade do pavilhão perdeu com certeza os Mastodon, banda que deve ter tocado uns 30 minutos.
Ouvi, quando finalmente cheguei ao balcão 2, uma rapariga a chorar revoltada por ter perdido um dos concertos que mais aguardava. Música no coração vocês merecem uma lição!
Despiram o cenário dos Mastodon e cada vez mais os minutos avançavam e assobios ansiosos se ouviam, anunciando a chegada dos tão esperados.
A entrada dos tool foi tocante. Justin, Danny, e Adam preparam todo o circulo envolvente que ia arrepiar corpos que se ajuntavam naquela noite. Maynard entra e Stinkfist altera todo o nosso estado. Tool foi devastador, uma mão que saía do ecrã entrava no nosso estômago vazio e rodava com toda a força.
Tool é a banda do séc XXI que vai fazer ser ouvido por gerações e gerações. Nota-se que são 4 amigos escolhidos a dedo, se calhar sem palavras comunicam-se com aquilo que entendem ser música, com corpos que se arrastam e intensificam todo o deambular de keenan, com o ritmo marcado e conjugado com os dois que tocam cordas e uma bateria complexa, necessitada de tocar todos os compassos internos de uma cabeça com forma de partitura.
Não há tantas bandas assim. Luzes que lembram pirâmides e os floyd, ecrãs que denotam todo o esforço de uma dedicação completa, um palco que merece incansávelmente uma plateia viva e cheia.
Corta, esmaga, toca, sufoca, enchem-nos de lágrimas, obrigada tool.

domingo, novembro 05, 2006

EXCURSÃO LOTADA


Excursão para Tool e Mastodon esgotada!
As duas camionetas requisitadas vão para Lisboa com a lotação máxima.
Prepara-se já a excursão para os
Nine Inch Nails
, para os dias - 10, 11 e 12 de Fevereiro no Coliseu dos Recreios.

Para os mais interessados, reservem já!

sábado, novembro 04, 2006

primeira coisa a pensar - levar o bilhete!



E já amanhã que nos vamos encontrar para o tão esperado concerto dos tool e mastodon.
Gostavamos de pedir aqueles que já compraram o bilhete, para que nao se esqueçam do bilhete!
Até amanhã.


terça-feira, outubro 31, 2006

1ª camioneta lotada


Boas pessoal! A primeira camioneta está lotada, todos os lugares já estão reservados, e como ainda temos muitas pessoas a telefonarem para irem ao concerto dos tool e mastodon decidimos contratar mais uma camioneta. Para isso precisamos que todos os interessados liguem até sexta-feira, dia 4 de Novembro para marcarem os lugares que faltam. Caso tenham amigos que vão ao concerto e ainda não sabem como, contactem-nos, os lugares esgotam logo. A camioneta tem dvd, para quem quiser levar, por favor é necessário que seja original, não aceita cópias. Para os que já reservaram, a hora que têm que estar na cordoaria, junto ao tribunal é às 12:30. A hora de saída de Lisboa é após o término do concerto. Mandamos mensagens para todos, na sexta-feira para confirmar todos os pormenores. Até dia 5.

Contacto: 933881990 ou acordes_de_quinta@sapo.pt

quinta-feira, outubro 12, 2006

EXCURSÃO PARA TOOL






















TAMBÉM IREMOS FAZER UMA EXCURSÃO A SAIR DO PORTO PARA O CONCERTO DOS MASTODON E TOOL NO DIA 5 DE NOVEMBRO. A SAÍDA SERÁ NO JARDIM DA CORDOARIA NO PORTO E O PREÇO É DE 15 ACORDES IDA E VOLTA.
CONTACTO: 933881990 acordes_de_quinta@sapo.pt

terça-feira, outubro 10, 2006

EXCURSÃO PARA MUSE


OS ACORDES DE QUINTA ESTÃO A ORGANIZAR UMA EXCURSÃO PARA O CONCERTO DOS MUSE NO DIA 26 DE OUTUBRO EM LISBOA. PARA QUEM ESTIVER INTERESSADO CONTACTAR 933881990 OU ACORDESDEQUINTA@SAPO.PT O VALOR DA VIAGEM É DE 15 EUROS IDA E VOLTA.
A PARTIDA SERÁ NO JARDIM DA CORDOARIA NO CENTRO DO PORTO.
AS RESERVAS ESTÃO ABERTAS ATÉ O DIA 20 DE OUTUBRO.

quarta-feira, setembro 20, 2006

mudança de espaço adeus b flat!

Comunicado: Os acordes de quinta encerraram as suas portas no b flat! A organização está a definir outro projecto que incidirá no suporte a bandas com qualidade do meio underground e a bandas com maior notoriedade no panorama da indústria musical.

sexta-feira, julho 07, 2006

Artchoke a descoberta

Banda de Matosinhos e Porto são os Artchoke, banda de metal influênciada pelas raízes do "novo" metal. Ao fim de cinco anos esta banda continua a demonstrar simpatia e humildade, que dá ainda para vender, os atributos que faltam em algumas que se esquecem da igualdade.
Relembraram aqueles que gostam de deftones fazendo uma cover da Engine 9.
Pedimos que continuem com essa simpatia que se notou do princípio ao fim do espectáculo.




quinta-feira, junho 22, 2006

Contactos

Para mais informações ou agenciamento de concertos deixamo-vos o contacto: acordes_de_quinta@sapo.pt

sexta-feira, junho 16, 2006

Mantra


Um sorriso se espelhava no rosto desta banda que trouxe consigo boa disposição e vontade de tocar música. Uma guitarra, um baixo, uma bateria, dois intrumentos de sopro e uma voz foram requisitos que satisfizeram as pessoas que aguardavam esta banda de Guimarãoes e de Braga. Misturam bem o rock e o funk marcado pelo baixo. O instrumental é deveras a essência que a banda deve preservar para ser diferente da norma das bandas que têm surgido.
Para quem ainda for a tempo não os percam amanhã no festival Rock in Taipas perto de Guimarães.
www.myspace.com/mantrainfo

sábado, março 25, 2006

49 Special


A próxima banda a actuar no b flat pela organização dos acordes de quinta, são os 49 Special. O concerto é dia 30 de Março.
Passem no myspace, ou no site oficial da banda para ficarem a conhecê-los melhor:
www.myspace.com/49special
49special.com

noite de peso


O metal entrou no b flat. Livre de preconceitos musicais, este dia abriu as portas a duas bandas e ao público que se identifica com este género musical.
Crushing Sun e Schematta foram os nomes que estiveram neste clube de jazz.


Os Crushing Sun foram os primeiros a tocar. Destilaram um death metal brutal e furioso, para um público que numa situação não muito comum nas actuações da banda, não se espalhava no moshpit, mas sim sentados em cadeiras que se concentravam frente ao palco. Mostraram-se uma banda competente e uma semente nas sonoridades mais extremas. O set foi curto, mas eficaz.
Deixaram a sensação de que vem por aí muito mais...



Uma noite fria e chuvosa que se incendiou com a banda que esperou estações, para finalmente gravarem o tão esperado EP: "exit:inertia"-são os Schematta.
Alguns problemas técnicos surgiram na nervosa espera de um grande espectáculo, mas nem esses pequenos demónios conseguiram estragar a noite. Guitarras fortes e um baixo marcante, são laços que não comprometem a voz, esta livre e segura, é um despojar de sentimentos vividos.
Schematta, é uma banda nacional que não deve estar limitada nos quatro cantos nacionais, deve voar para outras atmosferas para que Portugal seja representado, não só pelo bom vinho e azeite, incluam também a boa música!

quarta-feira, março 22, 2006

Crushing Sun + Schematta

Dia 23 de Março, os Crushing Sun e os Schematta, vão ao b flat para uma noite dedicada às sonoridades mais extremas. O acordes de quinta prepara um serão para aqueles que gostam de metal. O concerto está marcado para as 22.30h e a entrada é de 4€ + consumo.

quarta-feira, março 15, 2006

O Projecto è Grave!


O acordes de quinta regressa esta quinta-feira ao b flat, dia 16 de Março, da melhor maneira. Vão estar presentes os O Projecto é Grave!.

A porta abre às 22.30 e a entrada são 3€ + consumo de uma bebida.

sexta-feira, março 03, 2006

acordes_de_quinta@sapo.pt

Nas próxima semana não haverá concerto no b flat pelos acordes de quinta. No lugar das noites alternativas, vai haver uma eliminatória do termómetro unplugged. Aproveitem e passem lá na mesma. Em breve será divulgada a agenda de Março que está a ser acertada. Voltamos dia 16 com a mesma força.

Relembramos todas as bandas interessadas em tocar no b flat que podem entrar em contacto connosco enviando mail para:
acordes_de_quinta@sapo.pt

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Rope


Formados em 2003, com uma demo gravada e preparando a próxima gravação, os Rope não desiludiram quem apareceu no b flat para os ver. Procurar um rótulo que os defina é tarefa que se revela perda de tempo. Chamemo-lhe rock. Apesar da curta existência, revelaram-se uma banda que não estranha o palco. Divertiram quem lá foi e não saíram sem aceder aos que chamaram para tocarem mais uma. A gravação está para breve, entretanto espreitem a página do myspace: www.myspace.com/r0pe.

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

Budhi: o som que vem da alma


Uma garagem do tamanho de uma gande sala de ensaios, foi para onde me levaram quando tinha 16 anos para ir ver um concerto de uma banda que se intitulava Budhi... Budhi? Sim Budhi...uma banda de 4 rapazes que reuniam já um aglomerado de amigos que mais tarde se tornaram seus fãs orgulhosos. Guitarras com distorção forte, uma bateria machucada por pulsos fortes, eram os elementos que faziam o chamado crossover, que não foi por muito tempo continuado. O bom claro! Passaram-se 7 anos e fiquei contente ao saber que estes rapazes, agora eram homens que sabem o que devem e o que têm de tocar, são homens que ainda brincam com os seus intrumentos preferidos. Sim, são os Budhi, mais consistentes que nunca, ainda esperando lançar o seu albúm há tanto tempo prometido e que os seus fãs esperam ansiosamente. Esta é uma das bandas que Portugal deve apostar sem temor algum.
Os Budhi são a prova de que ainda se faz música em Portugal.

sábado, fevereiro 11, 2006

frequency



O lugar de um músico é no palco, cara a cara com o público. Tocar para quem, para quantos? Não importa. É esta a máxima dos frequency.
A simpatia dos músicos estende-se para o palco e contagiam o público. Conseguem criar um instrumental cativante que se completa com a boa voz que o acompanha. O concerto foi bom, mas pedia mais público.

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Quetzal's Feather - 2 de Fevereiro - b flat


Na altura em que acabam de lançar o seu segundo EP, os Quetzal's Feather aceitaram o convite do acordes de quinta e vieram até ao b flat.
O público, composto maioritariamente por quem já conhecia a banda e por alguns curiosos, criaram o ambiente propício para receber os músicos.
Subiram ao palco, pintados a rigor, por uma causa, a música, uma tribo de paz.
Os Quetzal's Feather têm uma imagem forte em palco, que seria a principal atracção se a sua música não estivesse ao mesmo nível. Têm uma secção rítmica muito forte, destacando-se o determinante recurso à percussão. As guitarras alternando entre a melodia e ritmos mais rock, dão espaço à voz feminina.
O público gostou, alguém pediu mais, a banda voltou, pelo público, por aqueles que os foram ver.

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

O homem que se deita no piano


Chegam aos poucos mas enchem quase a sala para ver os tão esperados Reckless.
Entram os três elementos, vestidos a rigor para um espectáculo que acabou por proporcionar uma viagem aos saudosos anos 90.
O vocalista, se apresenta com uma “cartola” e engravato, fazendo lembrar um Daniel Johns português, os seus agudos são tão sinceros como os graves, a sua voz é o condimento essencial para uma música que não traz nada de novo mas que nunca é enfadonha de se ouvir - queremos bons músicos que mesmo de pouco inovadores sabem como seduzir uma plateia. O piano é um escape para o músico esconder a sua timidez enganadora.
A baixista, essa sim, é uma menina que sabe acompanhar sem ter que olhar para o braço. O seu cabelo voa no sentido das notas que esvoaça.
O baterista bate na tarola marcando o ritmo de um forte baixo, são os três que não precisam de mais ninguém para libertar as composições que têm ensaiado ao longo das pausas da escola. São os Reckless que sabem o que fazem quando entram em cena.

terça-feira, janeiro 17, 2006

Alison Bentley no b flat


Na próxima quinta-feira, dia 19 é a vez dos Alison Bentley se apresentarem no b flat em Matosinhos.
As portas abrem às 22.30h e a entrada é de 3€

segunda-feira, janeiro 16, 2006

(i)maginário!

Soundcheck... os últimos retoques no som que se vai espalhar na mais logo na sala...
Uma pequena conversa com os "i" que estão talvez... expectantes, nervosos... não! ...parecem bem calmos.



Uma guitarra que inicia uma viagem como uma trombeta que inicia uma guerra. Uma bateria lenta e leve deixa-se levar pelas melodias soltas de atmosferas, tudo menos terrenas. Precisamente no dia 9 de Outubro juntaram-se pela primeira vez para partilharem o gosto que tinham em comum, a música. Na altura com uma formação diferente e apenas com 4 elementos, apareceram os primeiros esboços daquilo que são agora os "i".

Despreocupados de virtuosismos ou de uma plateia lotada, fazem música por aquilo que ela é, por aquilo que ela lhes transmite e os une.
A química na sala de ensaios desencadeia uma sintonia que acaba em momentos de êxtase e de alucinação, por não entenderem como todos compõem, a mesma música, no mesmo momento, como aconteceu com a chamada "música 7", que nasceu de um improviso e que acabou numa música.
Não são islandeses e não vivem no gelo, não são estes condicionantes que fazem com que a música seja uma elaboração de melodias e guitarras ambientais, mas com os "i" acabamos por perceber que a música não tem espaço geográfico para que possa ser explicada, basta apenas ter uma paixão pela música, e essa é sentida ao ouvirmos os "i".

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Lost Gorbachevs

Três músicos, sem nome, sem passado, sem compromisso.
São os Lost Gorbachevs, ou pelo menos eram nesta noite, pois há quem afirme tê-los visto noutra noite, noutro sitio, com outro nomeEste trio sui generis, que tem a particularidade de se reunir sempre com designações diferentes, proporcionou a quem assistiu, uma noite de diversão musical. O humor também tem lugar na música e os Lost Gorbachevs conseguem acrescentar à técnica, uma boa dose do mesmo.
Todos os músicos acumulam funções noutras bandas já creditadas e fazem deste projecto um escape para a diversão, não deixando de lado o bom gosto musical ou a capacidade de execução dos temas.