TOP INSANITY






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cz
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Labels: Spoon full of riffs
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A primeira música deste disco chama-se “Caledonia” é extremamente hipnótica e cativante, especialmente se nos apercebermos da altura em que foi composta – a música parece um tema de viking metal mas tocado por vikings em lsd e muito mais diabólica do que a maior parte da música que se faz hoje em dia com o intuito de ser exactamente isso : diabólica.
Tive de ouvir a música duas vezes seguidas para ter a certeza do que estava mesmo a ouvir. Caledonia é uma música muito à frente do seu tempo e termina com o som de grilos e um berimbau de boca, como se tivessemos acabado de assistir a uma festa marada qualquer pagã no meio da floresta mas lá está…com vikings em LSD. Fiquei intrigada por ouvir o resto mas infelizmente a segunda, chamemos-lhe…”peça”, nada mais foi que o som de um objecto qualquer a raspar uma superfície porosa e que dá ritmo aos berros agonizantes (que dão um efeito meio...hm...cómico).
A terceira música continua na mesma onda, apenas com vozes e uma percurssão que parece ser feita em latas e remete outra vez para uma festa qualquer marada na floresta com uns contornos mais místicos, visto que incluíram um cântico de fundo que parece ser indicativo de alguma espécie de ritual :|
“Crow of the back tree” remete-nos outra vez para a tal festa na floresta- bastante mais agradável do que a colagem de sons das faixas anteriores. Os acordes são repetitivos e acompanhados por um coro de vikings em lsd. Não descurto e dou por mim a dizer o que me parece que eles dizem “freedom”- o resto não percebo mas invento. As guitarras acabam por se cansar, mas o coro continua e parece um final de festa onde já toda a gente está drunk as fuck e já não há alcool mas as pessoas continuam a festejar na mesma e surpreendemente conseguem fazer uma harmonia em conjunto qual coro de igreja. Nice one.
Toth, scribe, I- é uma faixa com um instrumento de cordas que ecoa em segundo plano e em primeiro ouve-se um manto que parece feito por sons de tempestade mas ligadas a um amplificador com distorção. É kinda cool, admito. Parece a banda sonora de um pesadelo.
O termo “mindfuck” aplica-se na perfeição a este disco. É uma trip e como qualquer trip tem os momentos bons e os maus. Vale a pena ouvir, quanto mais não seja pela altura em que foi editado e pela música de abertura que é mesmo muito, muito boa. “Homessa! O que é que acabei de ouvir?”- pode ser a frase com que ficamos na cabeça ou que dizemos alto depois do disco acabar. O que não é necessariamente mau…acho eu.
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cz
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23:44
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Grunge em 2010? É de desconfiar… mas este disco prova que ainda é possível tocar com parte do espirito que definiu o rock mais alternativo dos anos 90. As influências são mais do que óbvias e lembramo-nos imediatamente de Nirvana, Silverchair e um pouco de Smashing Pumpkins dos primeiros discos.
Estava na altura de reinventar os anos 90 depois da febre de revivalismo dos anos 80. É um disco descontraído e agradável com um leque de temas simples e directos e que nos transportam para outra década.
É uma boa experiência para quem tem saudades da música feita nos anos 90 e gosta de riffs catchy e intensos ao jeito de uns Nirvana.
Destaque para “Love is a Heavy word” , “Here be dragons” ,“Bombs over broadway” e “Narrow Ways”.
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cz
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02:19
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Brenda Kahn é uma songwriter que infelizmente nunca recebeu o crédito que merece. Este seu disco de estreia foi lançado numa altura em que o chamado “anti-folk” estava no seu auge e acabou por ser apenas um disco entre muitos, mas injustamente, porque está recheado de 12 excelentes canções. Não há nenhuma que destoe ou que se sinta que é “para encher”. Confessional mas extremamente cativante, é nesta onda que o disco se vai desenrolando com letras que nos surpreendem pela sua sinceridade, como se estivessemos a ler o diário de um estranho que à medida que as páginas se seguem, acaba por se tornar um amigo.
Este disco é um diário. As narrações apaixonadas de uma songwriter que merece muito mais reconhecimento.
“I don’t sleep I drink coffee instead” – é a música que abre o disco e provavelmente a mais conhecida e tem uma das letras mais bittersweet do album…é também quase impossível não esquecer o seu título e que serve também de refrão. É também um mote de vida.
Destaque para “She’s in love”, “My lover” e “Lost”.
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01:40
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Priscilla Fontoura
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19:23
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Labels: fever ray, flickan, vice-versa
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Labels: Spoon full of riffs
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Priscilla Fontoura
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20:22
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Labels: Iamamiwhoami, Jonna Lee
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02:31
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Labels: Spoon full of riffs
A emissão começa por volta das 22h30.
Emissão online:
indiefrente.net/indiefrente/emissao.html
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Priscilla Fontoura
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21:47
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Labels: Indiefrente
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Priscilla Fontoura
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16:24
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Labels: The Influencers
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Priscilla Fontoura
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Labels: Ween
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cz
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04:26
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Labels: Spoon full of riffs, Trap them