Vós, os humanos!
Vi ontem o Du Levande e só sou capaz de deixar a nota: QUE IMAGINÁRIO!
Não há cá macrofotografia, filmado de uma maneira tão peculiar que nos faz pensar que tudo foi pensado e que qualquer plano que aparece foi arquitectónica e cenograficamente planeado. Os actores agem tão naturalmente, qual criança a desenhar. A cena que mais me marcou foi a groupie despedaçada por um rock star cujo imaginário foi possuído pelo desejo exacerbado do casamento entre os dois. A casa andante corre a vila em tom de despedida e a população canta um hino de celebração. 5* Roy Andersson!



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