terça-feira, abril 27, 2010

Mulheres que marcam a diferença na música

Sharin Foo é a mulher que divide os vocais nos Raveonettes com Sune Wagner. Ela é dinamarquesa, dona de uma voz sensual e característica. É verdade que lembra muito uns Jesus and Mary Chain ou Velvet Underground, mas nada como reviver os 70's/80's com um pingo de frescura. 



Amber Webber dá comigo em louca. A voz dela é ao mesmo tempo tão volátil e intensa que não deixa ninguém distraído das suas harmonias. Webber também dá voz aos Lightning Dust,um som mais calmo despido de grandes arranjos.



Não tenho muito mais a dizer acerca desta mulher. Karin Andersson não tem medo de surpreender e não há voz igual. Na minha opinião, se Gustav Klimt fosse vivo Karin seria a sua "Water Serpents I" de hoje.




Natasha Khan tem formação em música e artes visuais. Subentende-se o seu gosto por Tori Amos e Fiona Apple, mas quem não é influenciado pelas referências que adquire? O que Natasha tem de especial é a transparência natural de uma rapariga que sabe escrever músicas com histórias contagiantes.




Laura Pleasents cala a boca de qualquer gajo que pensa que o heavy metal é para gajos. Os Kylesa estiveram há pouco tempo no Porto e deixaram qualquer um de boca aberta. Que concerto!




Rose Kemp é uma mulher com música a correr-lhe nas veias. Tem apenas 26 anos e já tocou com os Ufomammut, já esteve no Roadburn e no Supersonic. Musicalmente é muito ecléctica, no entanto o doom e o folk são os géneros que mais a identificam. 


2 comentários:

::Andre:: disse...

Nunca imaginei ver Fever Ray e Klimt na mesma frase :)

Priscilla Fontoura disse...

:) é o que me lembra